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A volta dos que não foram???

13/05/2009

E ae, galerinha, tranquilo?

Ontem estava vendo o Programa do Jô, como entrevistados os Paralamas do Sucesso. Papo vai, papo vem, Jô disse que a história de preferir vinil ao CD era uma grande bobagem… que era puro romantismo, etc etc etc.

Hoje, lendo a Folha de São Paulo, ví uma reportagem exatamente sobre isso: um “teste”, onde Edgard Scandurra, Marcus Preto e Tejo Damasceno (produtor e engenheiro de som), ouviram a mesma faixa em um CD e um vinil, e tentaram diferenciar e identificar ambos.

Claro, um teste nada cientifico e um tanto estúpido (ou ao ouvir pequenos chiados vc não percebe que é um vinil?!?!). Quer saber o resultado, leia a reportagem.

Mas, me trouxe à cabeça a questão: ok, o vinil “está de volta” (muita gente tem comprado e ouvido vinil de novo, assim como bandas lançado esta opção…), mas, será que ele vale mesmo à pena? Quero dizer… o som é realmente melhor? E se é, o trabalho e desvantagens do vinil não superam a qualidade?

Não tenho como discutir isso aqui de forma completa e científica. Daria uma tese grande, e nem sei se é possível provar o “sim” ou “não” de forma concreta.

Mesmo assim, vale a pena a questão.

O MP3 nem entra na discussão, por ser óbvia a perda de qualidade desse formato. É uma perda grande, e perceptível. Alguns até já dizem que, com o aumento da capacidade dos players portáteis, ele deve desaparecer com o tempo.

O vinil é analógico, porém se o processo de gravação tiver sido completamente digital, me parece que não há diferenças entre gravar em vinil ou CD (se eu estiver errado, corrijam-me). Agora, a diferença ocorre quando o processo de gravação é análógico (sem compressão), e passamos para digital.

Aparentemente, neste processo, há uma compressão do som (compressão do tamanho, não compressão de áudio), e assim uma perda de algumas bandas de freqüências. Com isso, há perda de qualidade.

Por outro lado, há o chiado e a diferença entre as qualidades dos vinis: a gramatura de um vinil ajuda a determinar a qualidade de som do mesmo; quanto maior, melhor. Além disso, há a falta de praticidade do vinil, e sua fragilidade.

Bem, poderia ficar aqui com mil argumentos favoráveis ou não, escrevendo uma grande tese. Mas só queria trazer a discussão pro pensamento de cada um. Comentem, deixem suas opiniões.

Abraços!!

♣ Ouvindo: Joe’s Head – Kings of Leon – Young & Young Manhood

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One Comment leave one →
  1. Natália permalink
    13/05/2009 21:39

    Acho que o valor do vinil é muito mais sentimental do que de qualidade de áudio.
    Pessoalmente, prefiro ouvir coisa antigas no vinil pq era a mídia a qual elas foram destinadas, mas mais leiga que eu nesse assunto impossível.

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